14 de março de 2012

MORDIDA NA MAÇÃ


Sutil,
chego assim:
sedenta, molhada... um fogo dentro de mim!
A roupa vermelha na pele incendeia.
O desejo é uma mordida
na tua boca de carmim.
Teu corpo tem gosto de fruta proibida,
maçã dos outros,
sabor do pecado
que embriaga... me excita!

Janaína da Cunha
Outubro/2002

4 comentários:

Anônimo disse...

Muito quente, poeta!
Sempre intensa...
A poeta é intensa e a mulher... também é?

Beijo com gosto de maçã!
Edgar.

Janaína da Cunha disse...

Agradeço o comentário, Edgar.
Abraço.

Anônimo disse...

Ah,cálido poema a descer pelo corpo cobrindo-o de ardencias
tão belas,estremecendo todo o corpo,embriagando-me destes dionisícos versos

Ass: Luiz Carlos

luiz carlos disse...

Ah,cálidos versos escorrendo
ardentemente enfervecências
efluviando aos lábios da alma
o beijo da essência embriagando-me
de belezas e sensações através destas inefáveis linhas.

Um fraternal abração grande poeta